BIBLIOTECA ESCOLAR
"PROFA. MARIA ELIANE DA SILVA LISBOA"
OLÁ QUERIDOS ALUNOS E ALUNAS😀!
MARIA ELIANE DA SILVA LISBOA É O NOME DA NOSSA BIBLIOTECA, EM
HOMENAGEM À SAUDOSA COORDENADORA QUE MUITO CONTRIBUIU
PARA A EDUCAÇÃO NO MUNICÍPIO DE BELÉM, E COM NOSSA ESCOLA
TAMBÉM.
ESTE É UM ESPAÇO QUE PRIVILEGIA A LEITURA COMO FONTE DE PRAZER
E APRENDIZADO.
“QUEM ESCREVE UM LIVRO CRIA UM CASTELO, QUEM O LÊ MORA NELE”. - MONTEIRO
LOBATO
SEJAM BEM VINDOS A UM MUNDO CHEIO DE IMAGINAÇÃO, ALEGRIA E FANTASIA!😊
PROFESSORAS MEDIADORAS DE LEITURA:
MILENA MIRANDA – Manhã Licenciada em Letras, pela Universidade Federal do Pará.
DILMARA FERREIRA – Tarde Licenciada em Pedagogia, pela Universidade Federal do Pará.
VAMOS LER A OBRA DA AUTORA CAROLINE RODRIGUES CHAMADA "A FORMIGA E A SEMENTE" (Basta clicar na capa do livro abaixo):
POR FALAR EM FANTASIA: VAMOS ASSISTIR A UM VIDEO DE UMA HISTÓRIA MUITO LEGAL!!
"A MENINA QUE ODIAVA LIVROS" DA ESCRITORA MANJUSHA PAWAGI, ILUSTRAÇÕES LEANNE FRANSON (basta clicar na imagem abaixo):
MÊS DE ABRIL É ESPECIAL!!!
02/04 DIA INTERNACIONAL DO LIVRO INFANTIL
18/04 DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL
23/04 DIA MUNDIAL DO LIVRO
VAMOS PENSAR JUNTO COM A TURMINHA DA MÔNICA SOBRE ATITUDES QUE FAZEM TODA DIFERENÇA?
😊💓
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FÁBULAS
O JULGAMENTO DA OVELHA
Um cachorro de maus bofes acusou uma pobre ovelhinha de lhe haver furtado
um osso.
- Para que furtaria eu esse osso - alegou ela - se sou herbívora e um osso
para mim vale tanto quanto um pedaço de pau?
- Não quero saber de nada. Você furtou o osso e vou já levá-la aos tribunais.
E assim fez. Queixou-se ao gavião-de-penacho e pediu-lhe justiça.
O gavião
reuniu o tribunal para julgar a causa, sorteando para isso doze urubus de papo
vazio.
Comparece a ovelha. Fala. Defende-se de forma cabal, com razões muito irãs
das do cordeirinho que o lobo em tempos comeu.
Mas o júri, composto de carnívoros gulosos, não quis saber de nada e deu
a sentença:
- Ou entrega o osso já e já, ou condenamos você à morte!
A ré tremeu: não havia escapatória!... Osso não tinha e não podia, portanto,
restituir; mas tinha vida e ia entregá-la em pagamento do que não furtara.
Assim aconteceu. O cachorro sangrou-a, espostejou-a, reservou para si
um quarto e dividiu o restante com os juízes famintos, a título de custas...
Fiar-se na justiça dos poderosos, que tolice!... A justiça deles não vacila em
tomar do branco e solenemente decretar que é preto.

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